Editora Brisa Notícias
NotíciasPrimeira Página
o essencial do dia com contexto e clarezaEdição digital
Receba
01Última hora02Mais lidas03Explicadores
Notícias · reportagem

Operação Nexus prende seis e mira tráfico e lavagem em Itatiba

Ação do Gaeco e da Polícia Militar cumpriu mandados contra suspeitos de integrar um esquema que monitorava forças de segurança no interior paulista.

Leitura essencialÚltima horaMais lidasExplicadores
Capa original da Primeira Página: Gaeco detalha alvos de operação contra tráfico e lavagem
Imagem editorial original da Editora Brisa. Fonte da pauta mantida no CMS.
CompartilheWhatsAppFacebookX

A Operação Nexus prendeu seis pessoas nesta terça-feira, 15, em Itatiba, no interior de São Paulo. Segundo o G1, a ação do Gaeco de Campinas e da Polícia Militar investiga um esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Reginaldo Pereira da Silva, conhecido como Tim, foi apontado pela investigação como líder do grupo. Ele e a esposa foram presos em um condomínio de luxo. O G1 informa que os investigadores relacionam a atuação do casal ao tráfico e à lavagem por meio de lojas de veículos.

O vereador Carlos Eduardo de Oliveira Franco, o Duguaca, e a esposa tiveram endereços incluídos nos mandados de busca. A suspeita é de que um sistema com 11 câmeras no Parque San Francisco fosse usado para acompanhar a movimentação policial. Um policial militar também é investigado por repassar informações.

A operação mobilizou mais de 160 policiais militares e promotores de Justiça para cumprir 26 mandados de busca e seis de prisão. Foram apreendidos cinco carros de luxo, cerca de R$ 177 mil em dinheiro, drogas, celulares e uma motocicleta.

A Câmara de Itatiba afirmou que a investigação não tem relação com o exercício do mandato do vereador. Também ressaltou que o caso segue em apuração e que os investigados têm direito à presunção de inocência, ao contraditório e à ampla defesa.

As responsabilidades ainda serão definidas no curso da investigação. As informações divulgadas até agora descrevem suspeitas e medidas judiciais, não condenações definitivas.

Fonte originalG1Referência indicada para transparência. O texto publicado é de responsabilidade editorial da Primeira Página.
Newsletter Primeira Página

Uma boa leitura, no tempo certo.